sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Ausência de orgasmo é muito  frequente. Estatísticas americanas > 75% das mulheres apresentam algum tipo de dificuldade em alcançar o orgasmo.
Saiba mais sobre isso.

Anorgasmia feminina, ou a dificuldade de obtenção  do orgasmo, é uma das maiores  queixas. Ocorre quando  existe uma ausência persistente ou recorrente de orgasmo durante  a relação sexual ou masturbação.
Considera-se anorgasmia quando a mulher  sente desejo e excitação mas não consegue  atingir o pico. Esse problema pode afetar não só a sua vida amorosa como também a pessoal.
Os principais fatores causadores são psicológicos.
Sabia que a anorgasmia feminina tem tratamento?
Ejaculação precoce é a mais comum das disfunções sexuais masculinas. O homem é incapaz de exercer controle sobre seu reflexo ejaculatório.
Uma das causas pode ser ansiedade.
Você sabia que ejaculação precoce tem cura?
Procure orientação profissional.


quarta-feira, 11 de outubro de 2017

O que é Terapia de Casal? Realmente funciona?
Psicoterapia para Casais

(*) Katia Horpaczky

É um mito o pensamento de que um casal poderá superar seus conflitos sem intervenção de alguém; e é trágico quando negam sistematicamente qualquer tipo de ajuda. Muitas vezes, o casal teme a terapia achando que acontecerá uma "lavagem de roupa suja". A terapia não só pode conduzir a uma mudança de conduta, mas também levar à uma nova fase de redescoberta do prazer de estar com o outro; é o teste quase que definitivo sobre a indecisão ou certeza dos sentimentos perante o parceiro, sejam positivos ou negativos.No final é a consciência do que ambos podem ou não conseguir dividir. Apenas deve se ter cautela para que a terapia não seja a desculpa para acabar com o casamento; já que talvez um dos dois parceiros tenha essa certeza e não queira carregar o ônus da ação, transferindo para o terapeuta a responsabilidade.

Após o casamento é muito comum ouvir os casais reclamarem por não serem compreendidos. Geralmente o que se escuta é: Ele não me entende. Ela não me entende. O que pode estar havendo nesses casos é uma falta de comunicação, ou uma comunicação incorreta, que acaba gerando idéias e pensamentos que não condizem com a realidade.

O mais indicado é uma comunicação clara. Cada um deve expor o que esta sentindo, se esta com raiva, medo, insegurança, nervosismo, ansiedade, em fim, buscar demonstrar o que realmente esta passando em seu interior. Aqui a Psicoterapia estaria sendo utilizada para que ambas as partes pudessem aprender sobre seus sentimentos e formas para expressá-los.  
Em outros casos, pode parecer que o casamento esfriou.

Quando recém casados, ainda mantinham um tempo para os dois, mesmo depois de longas horas de trabalho cansativo. E agora, somente se encontram para dormir e recarregar as energias para o dia seguinte. Alguns casais não compreendendo o que esta havendo partem para a agressão física ou verbal, obtendo mais sofrimento do que uma vida a dois prazerosa e feliz.

Partindo do principio de que tudo é aprendido, o processo de Psicoterapia vem exatamente criar novas possibilidades. Ressignificando o passado e oferecendo ao casal novos pensamentos, ampliando a visão de si próprio, assim como o contato e convívio com outros.

Buscando entender o que esta havendo com cada um dos dois, como estão se sentindo, o que acham que precisa mudar e como se vêem na relação,  a Psicoterapia procura respostas e clareia o caminho para um entendimento de si próprio e do outro.

Dúvidas?? Orientação Mensagens InBox

(*) Katia Horpaczky
Psicóloga Clinica, Psicoterapeuta Sexual, Família e Casal.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Especial Dia das Crianças

Autoestima Infantil

Katia Horpaczky *

Onde tudo começa...
A opinião que a criança tem de si mesma está intimamente relacionada à sua capacidade para aprendizado e rendimento. A criança desenvolve muito cedo o autoconceito baseado na relação com os outros.
Os afetos são muito parecidos com o espelho. Quando demonstramos afetividade por alguém, essa pessoa torna-se nosso espelho e nós, o dela. Refletindo um no sentimento do outro, desenvolvemos o forte vínculo do amor -sentimento da essência humana.

Os pais atuam como espelhos que devolvem determinadas imagens ao filho. É através dessa interação afetiva que desenvolvemos todos os nossos sentimentos de forma positiva ou negativa. E, assim, a criança começa a construir sua autoimagem.
Quando os pais sempre opinam a partir de uma perspectiva negativa para os filhos, sempre taxados de inúteis e incapazes ou usam de zombarias e ironias, irão formar na criança uma imagem pequena de seu valor. E, se com os amigos, na rua e na escola as mesmas relações se repetirem, teremos um adulto com possível problema de baixa autoestima e dificuldades para se auto avaliar.
Quando a criança começa a perceber que tem êxito no que faz e se sente encorajada pelos pais, passa a confiar em suas capacidades e em seus recursos internos. Quanto mais ela acreditar que PODE FAZER, mais conseguirá, mais irá ousar e aprender a enfrentar e superar seus medos.
Se eles admitirem seus erros ou fracassos, a criança aprenderá, logo, que os pais não são perfeitos. Como? Que tal um "desculpa” ou “não devia ter gritado”.

Como desenvolver a autoestima na criança?
Para auxiliar a criança a criar bons sentimentos é importante elogiá-la e incentivá-la quando ela procurar fazer alguma coisa. Dessa maneira, ela perceberá que tem direito de se sentir importante, de aprender, de conseguir e que sua família a ama, apoia e respeita.

Um aspecto muito importante está em adequar as tarefas que cabem a cada idade, permitindo à criança a chance de tentar. Colocar o suco no copo (ainda que derrame), a roupa (mesmo do avesso), a jogar objetos no lixo, guardar os brinquedos, as peças do jogo, ajudar na arrumação dos seus livros, material escolar, etc.

Solicite a ajuda da criança, compartilhe pequenos afazeres e elogie sempre que ela acertar. Ensine tanto quanto for necessário, com muita paciência e tolerância.
Lembre-se de estabelecer metas realistas e adequadas à idade de seu filho. Permita que ele se desenvolva sem superprotegê-lo ou pressioná-lo e, muito menos, compará-lo a outras crianças -o erro mais frequente contra os filhos. Desta forma, a criança terá a oportunidade de formar um conceito positivo de si mesma.
Incentive-a quando ela sentir que não tem condições de realizar algo ou mesmo estiver com medo de fracassar. Talvez ela só precise ouvir de você: "Claro que você pode. Vamos, vou te ajudar."
Com uma autoestima rebaixada a criança enfrentará, de forma despreparada, seus aspectos mais desfavoráveis e eventuais manifestações externas.
A criança com autoestima adequada terá mais facilidade em fazer amigos, ter senso de humor, participar de atividades em grupos e uma maior socialização. Também saberá lidar melhor com os erros, ao mesmo tempo que tenderá a ser mais feliz, confiante, alegre e afetiva.
Os pais devem demonstrar coerência entre o que sentem e fazem com o que ensinam ao filho. Exemplo, este é o segredo para um bom começo de vida.

Kátia Horpaczky
Psicóloga Clinica, Psicoterapeuta Sexual, Família e Casal

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Especial Dia das Crianças

Você sabia que criança também pode ter depressão?

Depressão Infantil

Katia Horpaczky *

Ao contrário do que muitos pensam, criança também sofre de depressão. A depressão que sempre pareceu um mal exclusivo dos adultos hoje em dia afeta cerca de 2% das crianças e 5% dos adolescentes do mundo.

Diagnósticar depressão é mais difícil nas crianças, pois os sintomas podem ser confundidos com malcriação, pirraça ou birra, mau humor, tristeza e agressividade. O que diferencia a depressão das tristezas do dia-a-dia é a intensidade, a persistência e as mudanças em hábitos normais das atividades da criança.

Costuma manifestar-se a partir de uma situação traumática, tais como: separação dos pais, mudança de colégio, morte de uma pessoa querida ou animal de estimação.

Sintomas:
• Sentimentos de desesperança.
• Dificuldade de concentração, memória ou raciocínio.
• Angústia.
• Pessimismo.
• Agressividade.
• Falta de apetite.
• Tronco arqueado.
• Falta de prazer em executar atividades.
• Isolamento.
• Apatia.
• Insônia ou sono excessivo que não satisfaz
• Desatenção em tudo que tenta fazer.
• Queixas de dores.
• Baixa auto-estima e sentimento de inferioridade
• Idéia de suicídio ou pensamento de tragédias ou morte.
• Sensação freqüente de cansaço ou perda de energia
• Sentimentos de culpa.
• Dificuldade de se afastar da mãe.
Ao primeiro sinal de depressão, os pais devem acolher a criança e encaminhá-la a um profissional o mais rápido possível. Na maioria das vezes, o apoio da família e a psicoterapia são suficientes. Somente a partir dos 6 anos de idade, é necessário, em alguns casos, intervir com medicamentos. A depressão infantil desencadeia várias outras doenças tais como: anorexia, bulimia, etc.
Procure orientação profissional.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Tem segredo para um relacionamento funcionar?

O sucesso de um relacionamento depende de alguns fatores, mas quando decidimos entrar em um relacionamento é preciso ter consciência de que é preciso estar aberto a mudanças. É normal que o casal acabe se adaptando um ao outro e isso implica mudança no comportamento. Em qualquer tipo de relação social, familiar até profissional é necessário adaptação. No caso de um relacionamento amoroso, isso começa com a admiração e assimilação do parceiro.
Nesse cenário, é preciso estar disposto a mudar quando decidir entrar em um relacionamento. É importante ter a mudança como uma evolução que pode significar um aprendizado e ensinamento. O amor envolve cumplicidade, companheirismo e troca não imposições achando ser o dono da verdade. No casal, cada um vai analisar e identificar o que pode ser mudado. Não existe uma regra. O casal vai se conhecendo e entrosando, criando uma sintonia. As transformações de comportamentos surgem de acordo com as preferências e necessidades.
É importante aí frisar uma diferença: não ´se deve mudar o outro’. Ninguém muda ninguém se o outro não quiser. Isso é imposição e em um relacionamento saudável não há espaço para esse tipo de imposição. Estamos falando de sintonia, adaptação e entrosamento.
O casal é que vai definir se existe alguma necessidade de mudança e qual seria. Quando há imo=posição de mudança de qualquer parte, esse relacionamento está fadado ao fracasso. Por exemplo: o marido é fitness,  alimentação saudável, e a esposa não é. O que ele pode fazer? Compartilhar,  conversar, mas se a esposa não quiser tem de respeitar. Respeito é a chave de sucesso nas relações e não forçar, criticar ou ameaçar.
Na ânsia de fazer funcionar o relacionamento, muitas  vezes podemos errar a mão e ultrapassar limites. É importante atentar a receptividade do outro. Se suas atitudes produzem tristeza e insatisfação no parceiro isso pode significar que há exagero. Quando isso acontece a relação perde o brilho. O outro se sente coagido e ameaçado.
Se uma das parte nunca ceder, e a outra concordar sempre, pode ser um sinal de que algo está errado nesse relacionamento. Uma relação saudável precisa de cumplicidade e companheirismo e isso sempre envolve comunicação e respeito.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Explosões de Raiva, Ataques de Fúria,Comportamento Explosivo, Brigas no Trânsito; isso pode ser TEI.

Transtorno Explosivo Intermitente (TEI):um transtorno antigo porém pouco estudado e portanto pouco conhecido.Dificilmente diagnosticado,afeta milhares de pessoas e acarreta muito sofrimento ao portador e as pessoas com as quais convive.

O TEI tem tratamento e a melhora do paciente é significativa.Pessoas conhecidas como Pavio Curto podem ser portadoras desse transtorno e nem imaginam que possam melhorar muito a sua qualidade de vida e a das pessoas com as quais se relaciona, principalmente familiares próximos.

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